SE VOCÊ ACREDITASSE

Se você acreditasse que o mundo é uma grande escola, a vida é uma sábia mestra, e a família é a "sala de aula" onde se aprende, sem máscara e subterfúgio, a difícil ciência do sentir e a complexa arte do viver, seria mais fácil aprender que a reconciliação com os próximos mais próximos é testemunha maior de sensibilidade, e exemplo sublimado de amor em sua expressão mais digna, louvável e luminosa.

Se você acreditasse que palavras podem ferir deixando marcas que se perenizam em "cicatrizes" de desencantos e desilusões seria mais conveniente tornar-se mais generosa(o) ao verbalizar seus sentimentos 

Se você acreditasse que o oposto do amor nem sempre é o ódio, pois a indiferença pode ser mais agressiva, tomaria cuidados especiais para respeitar a sensibilidade do outro, afim não causar danos que o tempo nem sempre consegue recuperar.

Se você acreditasse que, lágrimas quando expressam saudade confortam na despedida, e quando traduzem remorso decretam irreversível condenação no "tribunal" da consciência, procuraria aproveitar a bênção do tempo para ser mais pródigo na livre doação do seu amor.

Se você acreditasse que só a humildade para pedir perdão e a generosidade para perdoar enobrecem a alma qualificando-a de iluminada no cenário do mundo, e de importante nas subjetivas dimensões da vida, procuraria ter mais cuidado em ser previdente, defendendo o amor como energia que alimenta o coração e promove a paz nos mais íntimos refolhos da consciência.

Se você acreditasse, que para quem esta triste, vivendo o impacto das perdas na perplexidade do abandono, um simples olhar que sinaliza um incondicional apoio, uma palavra amiga que expressa solidário incentivo, e um afetuoso abraço, que testemunha sincero aconchego, servem de alento para a alma, vendo diminuir a dura experiência da dor, talvez fosse mais fácil apresentar-se, como "Cireneu" no "Calvário" das pessoas que seriam bem mais aliviadas com a espontânea doação do seu amor.

Se você acreditasse que o ofensor, já traz na alma o peso da própria falência espiritual, tornar-se-ia aceita-lo em suas limitações, não guardando, sequer, resquícios de lágrimas, para não se punir com acréscimo de desalentos.

Se você acreditasse que o tom da sua voz qualifica o valor da sua alma, seria mais fácil convencer-se de que a força e o poder da verdade amparam-se na lógica do argumento, e jamais, na falsa e hostil persuasão do grito.

Se você acreditasse que diferenças existem porque cada um vive em seu nível próprio de percepção, um ritmo individual de evolução, seria bem mais fácil o exercício da convivência, porque, sem ansiosas expectativas, inexistiriam cobranças, e, em conseqüência, não precisariam sofrer a amargura das frustrações.

Se você acreditasse que os bens materiais são efêmeros, precários, transitórios, porque os perderá todos um dia, incluindo ate mesmo o próprio corpo, seria mais fácil convencer-se de que o "TER" ficará aqui, no mundo, e somente o "SER" se perenizará como verdadeiro patrimônio da ama, nas ilimitadas dimensões da vida.

Se você acreditasse, que a serenidade revitaliza o corpo, assim como a paz energiza a alma, ficaria racionalmente convencido (a) de que os tumultos gerados pela impulsividade emocional causam sempre danos que comprometem a saúde e limitam qualidade de vida.

Se você acreditasse que, pode e deve firmar uma consciente parceria com Deus, assim como também, assumir um corajoso desafio com sua consciência para viver seguindo os preceitos ensinados pelo CRISTO, seria mais fácil transpor obstáculos nos caminhos do mundo, e transcender limitações nos "horizontes" da alma.

Se você acreditasse que, pode e deve reconhecer em Maria, a Mãe Santíssima, uma estrela que brilha na constelação do Senhor, e uma bússola que lhe indica o Porto Seguro do verdadeiro amor, seria mais fácil vencer as intempéries da vida, sem se deixar abater pelas difíceis experiências da dor.

Em fim, se você acreditasse em pouco mais em si, em suas potencialidades íntimas e no brilho da sua luz, seria mais fácil aceitar-se como "instrumento" de Deus, e ao partir deste mundo, levar flores simbolizando saudades, e deixar exemplos como marcos de uma vida a serviço do AMOR...

Jorge Augusto Lima Barreto


 

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